Filmes que distorcem a Bíblia são fracasso de bilheteria

Por Sandro meira para o portal CGIPU,
Publicado em: 23/03/18 - 09:34

Depois que Mel Gibson “ressuscitou” os filmes bíblicos em 2004 com o seu “A Paixão de Cristo”, Hollywood vem tentado acertar a mão nesse segmento, mas sem sucesso. Assim como “Noé” (2014), estrelado por Russell Crowe, que distorceu o relato de Gênesis e foi fracasso de bilheteria, “Maria Madalena” vai pelo mesmo caminho.

A atriz Rooney Mara interpreta o papel principal, enquanto Joaquin Phoenix vive Jesus na trama que teve sua estreia adiada nos Estados Unidos, país onde tinha a maior expectativa de público. Previsto para chegar às telas perto da Páscoa, período em que supostamente as pessoas tem o interesse pela história de Jesus renovado, acabou sendo adiado indefinidamente.

Por enquanto, as críticas à produção nos países onde estreou são maiores que os elogios. Ele está com média 45 no Metascore, um dos sites especializados em cinema mais consultados do mundo.

Vários pastores que tiveram acesso ao roteiro classificaram como “herético” e desaconselharam os fiéis a vê-lo. O motivo é claro. No Reino Unido, a revista Variety descreveu o filme como “revisionismo feminista da Bíblia”.

Ao mesmo tempo, o longa “Paulo, Apóstolo de Cristo”, que se mostra majoritariamente fiel ao relato bíblico, faz o caminho inverso. Com James Faulkner no papel principal e Jim Caviezel como o apóstolo Lucas, estreia esta semana nos EUA, apostando justamente na proximidade com a Páscoa. No Brasil, só chega em 3 de maio.

Segundo seus produtores, já tem grande procura por ingressos antecipados e promete ser sucesso de bilheteria, considerando seu orçamento mais baixo que a média.

O diferencial entre as duas produções sobre personagens bíblicos parece estar na motivação de cada diretor. Em “Maria Madalena”, Garth Davis tentou tirar o cristianismo do centro. “O filme apela para uma plateia não cristã, e nisso se incluem muitas outras religiões. Espero que os temas do filme – família e a perseverança diante da tragédia – sejam compreendidos. Para nós, seria um fracasso se fizéssemos um filme que fosse interessante somente para os cristãos. Queremos levar essa incrível história para todo mundo”, afirmou.

Já Andrew Hyatt, explicou de onde saiu sua inspiração. “Deus colocou no meu coração o desejo de contar a história de Paulo. Queríamos ter certeza de que era um filme que contasse uma história verdadeira e confiável ao mundo”. Nascido em um lar católico, Hyatt diz que se converteu graças à mulher que mais tarde se tornou sua esposa, a atriz Johanna Repsold.

“Sempre confiei que Deus me ajudaria”, afirmou ele, enfatizando que um dos maiores desafios foi fazer um roteiro cinematográfico fiel às Escrituras. Para isso, realizou uma profunda pesquisa histórica e baseou-se em Atos dos Apóstolos.

Segundo explicou, “às vezes o público fica decepcionado com os filmes sobre a Bíblia feitos em Hollywood, porque não refletem o significado da fé”.

Com informações de Patheos e ACI Prensa


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